Propostas para o movimento #forasarney

Do Irã a Brasília
Dez anos depois da primeira experiência com o cyberativismo, várias situações têm confirmado a internet como uma ferramenta e tanto de mobilização política. O sintoma mais forte nesse sentido este ano foi a amplitude alcançada pelos protestos contra o governo do Irã. Imagens da repressão violenta contra manifestantes ganharam o mundo pela internet, principalmente pelo Twitter, já que a imprensa estrangeira estava proibida de atuar. As notícias levaram à realização de outros protestos, pelo mundo. Twitteiros favoráveis à oposição iraniana usaram a cor verde como símbolo. No Brasil, o #forasarney foi uma das marcas do ano na internet. Diversos protestos país afora contra os decretos secretos do Senado foram marcados pelo Twitter. Sarney não renunciou, mas a mobilização foi inédita.
Texto publicado na Gazeta do Povo/Curitiba
Revolução das redes completa dez anos
Advogados gaúchos contra dois senadores e 3.883 servidores do Senado
Os advogados gaúchos Irani Mariani e Marco Pollo Giordani ajuizaram na Justiça Federal, uma ação que pretende discutir as horas extras pagas e não trabalhadas, no Senado, e outras irregularidades que estão sendo cometidas naquela Casa. A ação tramita na 5a. Vara da Justiça Federal de Porto Alegre.
Organização dos protestos
As datas, locais e horários das ações de protestos, todos pacíficos, aqui divulgadas são indicadas pelos organizadores de cada cidade/região e foram postadas nos grupos. Nós, da administração e inserção de conteúdos no site, não temos condições de organizar fisicamente qualquer tipo de ação de rua, praça ou avenida. Movimento #forasarney.
Fotos manifestações
São Paulo -SP
Manifestação MASP – 04.10.09
Vejam as fotos
Rio de Janeiro -RJ
Manifestação cênica na Bienal do Livro
Dica de leitura
A revista “piauí” publica encarte com o The Maranhão Herald,
o diário menos Mesquita do Brasil. Leitura imperdível:
www.revistapiaui.com.br/herald/capa.aspx


28/09/2009 às 10:42
Pela primeira vez em livro, um jornalista – reconstrói toda a insólita trajetória do ex-governador do Maranhão, ex-presidente da República e atual senador José Sarney. Sua vida, seus negócios, seu destino – presidente da República por acaso – sua família, amigos e correligionários, todos envolvidos numa teia cujos meandros os jornais e revistas revelaram nos últimos meses – sem a riqueza de detalhes e revelações surpreendentes agora contidas em livro.Leiam http://www.jornalpequeno.com.br
28/09/2009 às 08:29
TRATA-SE DE MOVIMENTO POLITICO IMPORTANTE E INOVADOR. PARABENS AOS PRECURSORES DESSA IDEIAS! OCORRE QUE A NAÇAO BRASILEIRA ESPERA ALGO MAIS. NAO BASTA VARRER PARA O LIXO – ATOMICO, DE PREFERENCIA, APENAS A FIGURA DO CACIQUE MARANHENSE (OU MACAPAENSE?. A OPORTUNIDADE DE LIMPAR A ORGIA PUBLICA DE GOVERNANTES E POLITICOS EM GERAL ESTA EM NOSSAS RESPONSABILIDADES DE LEGAR AS PROXIMAS GERAÇÕES UM BRASIL DECENTE, DIGNO, COM ORDEM E PROGRESSO. ESTE MOVIMENTO PRECISA ATACAR TODOS OS PODRES ACUMULADOS NOS 500 ANOS DE CORRUPÇÃO E DESMANDOS. COMO ADMITIR QUE OS OPORTUNISTAS DE PLANTAO ABRAM 8000 VAGAS DE VEREADORES. QUEM BANCARA ESTA NOVA ORGIA???
27/09/2009 às 21:07
Enquanto nos dispersamos, deixamos de criticar e divulgar situações, como estas. Podemos bombardear os emails dos senadores. Vejam, abaixo, não só esta como outras notícias das senhoras que estão na política. Os emails delas estão divulgados aqui, para que possamos protestar. Os abusos são de indignar. São notícias de 3 senadoras: Rosalba, Ideli e Serys. rosalba.ciarlini@senadora.gov.br
A senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN) utilizou verba pública para pagar viagens de turismo para ela, familiares e amigos tanto para o Brasil quanto para o exterior. A acusação partiu do jornal Folha de São Paulo, que em matéria publicada nesta sexta-feira (7) afirma que a suplente do Conselho de Ética do Senado chegou a custear até estadia em hotéis para seus convidados.
A Folha teve acesso a mais de 320 páginas de car tões de embarque e comprovantes de passagens e hospedagem descontadas da cota da senadora de maio de 2007 a fevereiro de 2008. A cota somava cerca de R$ 160 mil, utilizados em mais de 240 viagens em menos de 300 dias, o que corresponde a quase uma passagem diária. Do total de bilhetes, 124 foram emitidos em nome de membros das famílias Ciarlini e Rosado, do seu marido Carlos A ugusto.
Rosalba é o primeiro caso detalhado no Senado de descontrole no uso da cota aérea depois que, em abril, foram descobertos dezenas de casos na Câmara, no escândalo que ficou conhecido como a “farra das passagens”. A s despesas da senadora do DEM aconteceram em seu primeiro mandado no Senado.
A matéria da Folha revela que entre as viagens bancadas pela senadora está por exemplo a vinda de sua filha Karla e do genro alemão Jan Nabendahl de Frankfurt para Natal, em novembro de 2007, ao custo de R$ 5.813. Outra presenteada foi Luana Rosado, e uma pessoa chamada Tricia Maia com uma viagem para Lisboa, Barcelona e Paris, no valor de R$ 7.457. Ela custeou também a hospedagem de seu filho Carlos Eduardo no Marina Park Fortaleza em junho de 2007.
E os casos não param por aí. Em 29 de fevereiro de 2008, Rosalba viajou para Estrasburgo, cidade turística francesa, onde passou duas semanas. Os bilhetes custaram R$ 3.376. No requerimento para se ausentar do país, ela só informou atividades de interesse parlamentar entre 4 e 8 de março. Nos dias 19 e 20 de julho, em pleno recesso, pagou a estada dela, do marido, do filho, do advogado Paulo Fernandes e da mulher dele, Olindia Fernandes, no Gran Meliá Mofarrej. A conta somou R$ 2.212,70.
Senadora confirma uso de cota aérea
A inda na matéria da Folha de São Paulo, Rosalba Ciarlini confirma a utilização dos recursos para pagar passagens e estadia de parentes, amigos e advogado, apesar de não se recordar de todos os voos citados. ” A ntes, [a cota] era vista mais como uma complementação que era de uso do parlamentar, que ele podia usar para o deslocamento seu, do cônjuge, de dependentes ou de pessoas que achasse que era conveniente”, declarou a senadora do DEM ao jornal paulista.
Sobre a irregularidade de utilizar as passagens, de uso exclusivo para atividades parlamentares, em viagens de turismo, Rosalba deu a seguinte explicação: “Eu cheguei aqui, senadora nova, a orientação era essa”.
serys@senadora.gov.br
O gabinete da senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) abriga uma funcionária que mora há quase dois anos nos USA – mais precisamente em Bethesda, cidade satélite de Washington.
Solange Amorelli (na foto acima) foi admitida como servidora do Senado em 1988. Casou-se mais tarde com um diretor do Banco Mundial e se mudou para os Estados Unidos.
Ganha salário em torno de R$ 12 mil. Ela continuou a recebê-lo mesmo sem comparecer ao seu local de trabalho – fora o pagamento de horas extras a que têm direito os demais servidores do gabinete.
ideli.salvatti@senadora.gov.br;
Quinta-feira, Setembro 10, 2009
IDELI TENTA JUSTIFICAR CURSO NO EXTERIOR
Esta a suite da matéria da Folha sobre os gastos do Senado com um curso que Ideli Salvati e seus assessores realizaramu no exterior. A nota da Senadora paulista (foi eleita em S. Catarina pelo PT) chega a ser engraçada…hehehe…justificando a estranha mordomia pela necessidade de capacitar os “executivos” para melhorar a gestão de seu gabinete. Putz! Que coisa complicada o gabinete de um Senador petralha que demanda curso exclusivo no exterior para a petralhada…hehehe…
The A rt of Business Coaching, é o nome do curso…hummm…
E nós pagando a conta dessas mordomias dos petralhas. Leiam:
A líder do governo no Senado, Ideli Salvatti (PT-SC), disse ontem, por meio de nota, que pediu ao Senado para custear um curso no exterior voltado à capacitação de executivos “para melhorar a gestão do seu gabinete”. Ela afirmou que levou um assessor porque ele repassaria os conhecimentos aos demais servidores. O curso foi realizado na Cidade do México, Buenos A ires e Madrid.
A Folha revelou ontem que o Senado pagou cerca de R$ 70 mil pelo curso “The A rt of Business Coaching”, entre 2007 e 2008, promovido pela Newfield Consulting. O fundador da empresa no Brasil é Luiz Sérgio Gomes da Silva. Filiado ao PT, disse que o curso é para “executivos de empresas privadas”.
Carta da direção da Newfield Consulting, na Flórida, ao Senado diz que o curso seria “sem custos para esta entidade”. A pesar disso, o Senado pagou despesas de inscrição, passagens e diárias. A assessoria da senadora disse que cabe à empresa explicações. Procurada, a empresa não ligou de volta.
Na car ta, está escrito que a parte teórica do curso custa U$ 6.400 (R$ 11.750,00 em valores atuais) com duração de nove meses. A senadora, no entanto, participou de dez dias. Só com a inscrição, o Senado gastou R$ 35.530. Da Folha de São Paulo desta quinta-feira
27/09/2009 às 20:56
Por que estão criando caso, se é hora de se unir para protestar contra os absurdos da política? Ao invés disso estão insatisfeitos, ameaçando se retirar. Por isso que não se avança em nada e os políticos continuam tirando partido da indiferença, da ausência do povo. Não sei o que aconteceu, nem consegui descobrir as razões para a insatisfação, mas acho que o momento é de união. Pode-se sugerir e criticar à vontade, mas isso só ajuda se for para acrescentar não para diminuir um esforço que não é fácil, não é mesm? Melhor expor claramente o que está sendo reclamado. Penso que os criadores do site não teriam nenhuma razão para não atender à justas solicitações. Vamos construir e não destruir. Ninguém é perfeito e tudo requer ajustes. Obrigada pela atenção e compreensão.
27/09/2009 às 17:15
SOBRARÃO AS LOIRA(O)S PARA APAGAR AS LUZES DO BLOG, E NA ESCURIDÃO FACEIRA(A)S SERÃO FINALMENTE CONFUNDIDA(O)S COM OS NORMAIS. – Emanuel Kant
27/09/2009 às 17:07
Teoria de Peter: TODO HOMEM CRESCE ATÉ ATINGIR O SEU NÍVEL MÁXIMO DE COMPETÊNCIA E DE LÁ DESCAMBA.